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sábado, 25 de agosto de 2012

O ANIVERSÁRIO DO SAPO



CARLOS LIMA

Certo dia na lagoa o silêncio foi fatal,
havia um aniversariante no pedaço
e a alegria seria fatal.
Todos estavam esperando o sapo acordar
depois do seu cochilo.
estava o maior agito silencioso,
mas todos bem ansiosos.
O grilo que vivia a saltar estava quietinho,
o vaga-lume com sua  luzinha apagada,
dona libélula com suas asas paradinhas,
a cobra cega como sempre estava só na expectativa do fuzuê 
 e o restante dos moradores da lagoa todos a esperar
a saudá-lo...Ao longe o Sr. Caramujo chegava lentamente.
A espera do aniversariante foi longa que o povo da lagoa desanimou e
 quando o sapo acordou com seus olhos esbugalhados 
 um sorriso e um coaxado soltou
 mas,só a lua cheia o saudou com todo seu esplendor.


O SAPO COM CONJUNTIVITE



Os olhos já eram grandes, diga lá como ficaram...
Os moradores da lagoa ficaram em polvorosa,
seu grilo saiu pulando assustado, os peixinhos nadaram pro outro lado,
 o vaga-lume saiu sem piscar e a dona rã a reclamar...
- Vai se cuidar Sr, Sapudo!
E o Sr. sapo tranqüilo com os olhos vermelhos e 
inchados, depois das reclamações colocou um óculos escuro e começou o coaxado,
Só a cobra-cega que não tava nem aí,ainda deu uma dica:
- Pinga um colírio Senhor Sapudo!
E saiu de perto depois de todo falatório.
Afinal era cega mas não era lesa.


terça-feira, 12 de outubro de 2010

O SAPO COM CONJUNTIVITE


Os olhos já eram grandes, diga lá como ficaram...
Os moradores da lagoa ficaram em polvorosa,
seu grilo saiu pulando assustado, os peixinhos nadaram pro outro lado,
 o vaga-lume saiu sem piscar e a dona rã a reclamar...
- Vai se cuidar Sr, Sapudo!
E o Sr. sapo tranqüilo com os olhos vermelhos e 
inchados, depois das reclamações colocou um óculos escuro e começou o coaxado,
Só a cobra-cega que não tava nem aí,ainda deu uma dica:
- Pinga um colírio Senhor Sapudo!
E saiu de perto depois de todo falatório.
Afinal era cega mas não era lesa.



O SAPO ANIVERSARIANTE




Certo dia na lagoa o silencio foi fatal,
havia um aniversariante no pedaço
e a alegria seria fatal.,
todos estavam esperando o sapo acordar
depois do seu cochilo do entardecer.
Estava o maior agito silencioso...
mas todos bem ansiosos,
o grilo que vivia a saltar estava quietinho,
o vaga-lume com sua  luzinha apagada,
dona libélula com suas asas paradinhas,
a cobra cega como sempre estava só na expectativa do fuzuê  e o restante dos moradores da lagoa todos a esperar
a saúda-lo...Ao longe o Sr. Caramujo chegava lentamente,
a espera do aniversariante foi longa, mas o povo desanimou e quando ele acordou com seus olhos esbugalhados  um sorriso e um coaxado soltaram, mas,só a lua cheia o saudou com todo seu esplendor.








terça-feira, 21 de setembro de 2010

O SAPO E A PEDRA

Dona pedra pergunta ao Senhor sapo.
- Quem é você?
O sapo responde:
- Eu sou o sapo fora da lagoa.
A pedra lhe diz:
- Eu sou a pedra perto da lagoa.
- Como veio parar aqui Senhor sapo?
- Um garoto me caçou e me capturou,
mas escapei da prisão num pulo só,
caindo nesta estrada.
- Que incrível e que coincidência,
um garoto também me apanhou,
mas rolei de uma caixa e cai nesta estrada.
- O sapo feliz da um salto e cai em cima da pedra,
E os dois se põem a conversar.
E o tempo foi passando entre chuva e sol,
Frio e vento essa amizade foi crescendo.
Até que um dia eles notaram uma enorme poça de água
em sua volta, encantados se põem a cantar...
Ao longe se ouvia um canto coaxado e um canto calado.
E muito distante dali um garoto fica em duvida e reclama:
Onde foi parar o príncipe da lagoa e a pedra em forma de castelo
que eu mesmo fui apanhar?

terça-feira, 15 de junho de 2010

O SAPO TRISTE

O sapo estava triste,
a lagoa não sabia o por quê...
Perguntaram para dona lagoa,
mas ela não
sabia responder.
Perguntaram para dona Vitória-régia,
mas ela não sabia também,
Então todos ficavam a questionar,
mas a responda viria do além...
De repente um estrondoso coaxo
e um longo salto e mergulho.
La´se foi o sapo pro fundo dàgua
e a tristeza também.
O retorno do Senhor sapo foi fatal
e a alegria foi geral.
Dona sapa veio junta,
e tudo terminou num coral.
De coaxo e pulos na lagoa,
No funda da fazenda do tio Nicolau.