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sábado, 22 de fevereiro de 2020

BRUMAS DO CLUBE DO CAMPO



As brumas do clube de campo
me enche de encanto.
E todo aquele velho pranto
some tão rápido, que até me espanto.
Área de mananciais,
tornando as pessoas tão especiais,
isoladas das cidades centrais.
A beleza está onde a vemos,
pois se não nos esforçamos,
nunca a temos...
Então enxergue o amor!


terça-feira, 6 de dezembro de 2016

O Poema cabe






 Meio caminho andamos,
bobeira
fechar a mente,
cegar os olhos...
Não deixar fluir a vida.


O poema cabe onde se pode,

no buraco da fechadura,
na brecha de um,dois ou mais ouvintes.



Não se muda!

Não se muda"
Não há mudas?


Sim!Quando se brota as

sementes das poesias...
Nos barracos,nas fendas,nos escombros...
Nos lombos de quem se acha,
perdido se refaz e renova.


Ela cabe na chuva e sol,

na água e no fogo.
Na espada inerte...
No olhar que quebra o mal,
pois o que se planta sem
adquirir o ouro,adquiri o
invisível,onde não há valor certo,
mas sim um sensação...
Incomensurável.

segunda-feira, 1 de agosto de 2016

A MULHER QUE SABIA BEIJAR




Seu beijo cheio de notas precisas...

A boca poética seu álibi perfeito.
As borboletas voam trancafiadas,
os colibris sorvem o néctar na mesa...
E na viagem bocas se beijam,
sem rumo certo ou suspiros.
Voltam a adolescência e a indecência certa!
Viver, beber e voar.

BEIJAR DE LÍNGUA



Ela sabia beijar,
sabia cantar.
Ela sabia beijar de língua,
freneticamente e louca.
Sabia tocar...
A dança das borboletas.
Sabia que eu sabia;
mesmo assim cantava!
E fazia o que fazia,
pois seu dom era
mesmo o de amar...
A arte; os corpos; a vida!

A ALMA VOLTOU




 E a alma volta ao corpo deixado,anos se passaram...Sem choro ou a verdadeira emoção, pois sem alma não se aprofunda nesta vida e nem na morte dita...celebramos nossa alma, num copo de vinho tinto...Nas alturas e sem plateia,

quinta-feira, 28 de julho de 2016

IMPOSSUÍVEL

Fotografia filme: Intocáveis com Omar Sy

Ah!
Se você me alcançar...
Na linha do horizonte,
através dos montes,
até os olhos não mais ver.
Impossuível ser,
venha a mim!
Viver,
viver!

domingo, 24 de julho de 2016

FALSAS ALEGRIAS




Tens uns que tem o dom de ter e ser,
outros apenas a loucura de ser...
Uns se limitam a ser nada,
mas absorvem a fumaça,
o  gás exalado de si mesmos
ou a grossura e ignorância alheia...
Onde se fundem nos seus abismos.

Uns são carrapatos, sanguessugas que sobrevivem
enganando a si mesmos em sua falsas alegrias,
e falsos felizes vivem do sangue alheio...
Mais felizes então quando presos numa garrafa imaginaria.
Tens uns que nem são um!
São dois, três...
Sendo assim nem sabem quem são.
Feliz mesmo é quem sabe o que se é,
quem quer ser...
Feliz quem sente seu chão percorrido,
o capim comido, o manjar dos deuses
que se entregou.

Trista olhar atrás e e nada ver ou lembrar,
ser o homem padrão e consumista da hipocrisia...
O mesmo excremento de antepassados e os vindouros.

Enfim vamos...
Levantar a cabeça,
se jogar, rastejar...
Balbuciar até emitir um grito!
um grito bravo e elegante...
Feito um espartano na  antiga Grécia.

Eis que surge o homem,
em meio a seu próprio sangue e dor...
Vê o seu alivio e sorri,
um sorriso de gloria.
Podemos partir agora...
Sabemos quem somos!
Q nada e o tudo,
o circulo vicioso de vida...
Nascer, crescer e  fenecer.
Deixamos um selo
e um louco e breve!...
Adeus.

SOMOS NAPOLEÃO

 


Eramos apenas um ser fantasioso alucinado,
mas ao redor aquela paisagem de carnes, ossos,
nervos e músculos nos deixaram assim:
Insano!
Nem podíamos ver a lua cheia...
Pelos cresciam,a garganta gritava e arranhava o céu.
Maldito homem!
Maldito sistema...
Falta o ar respirável,
água limpa;
luz...Amor.

No espaço tudo se cala,
e o espírito assim se eleva...
Através do medo, necessidade,
auto piedade e sobrevivência "lêsmica".
Pisamos outros mundos,outras mentes...

Através da demência somos Napoleão!
Quem sabe um califas ,um xeique?...
Na louca ilusão somos os melhores,
quebramos o espelho...
Chash!
Turvas visões.
Mil Napoleões.

Na loucura podemos ser mendigo,
pedinte, trovador, poeta.
ser a poesia,
a louca poesia!
Ou somente a louca desvairada...

Enfim não existe fim e nem um começo,
apenas esse chão duro para se caminhar...
O céu estrelado para suspirar,
a bebida amarga, o nosso eu.
Maldito normais!
Malditos os que não amam.


sábado, 29 de agosto de 2015

51 ANOS DE VIDA -33 ANOS DE POESIAS








Minha coleção de poesias dos 18 aos 51 anos, em três volumes.
Quase uma despedida da poesia. Me envolvendo num projeto longo e de muita dedicação.Nunca imaginei que ia chegar aqui. O livro abre portas.Eu sinto necessidade de me espiritualizar mais, de me doar mais em meio aos jovens. Aproveitar o máximo a oportunidade que surgiu num novo projeto.


 O primeiro livro falo de amor carnal, passional e fraterno; o segundo livro temas variados e gostosos, amigos, amimais,a vida e etc e tal; o terceiro livro a dor que nós poetas sentimos em relação a injustiças e males da vida,o sacro ofício que nos foi dado por Deus,mas é de um forma diferenciada e nova.

O LIVRO SE ENCONTRA NO: www.clubedeautores.com.br

Digite o nome do livro ou Mário Amâncio Azevedo

33 anos de poesia, acho lindo esse número, os 50 também , redondo e vividos,
mas o sonho não acabou...Rumo ao selo de vida!



Não se ganha dinheiro com a pura poesia,
mas se conquista um mundo!
Afinal como já pronunciado:
A poesia não tem preço, mas sim, um valor inestimável!
Esse mundo poético é mágico,
é eterno na memória de quem fica.

Vida e sobre a vida... Sobrevida
Liberdade poética, semideus das letras.
Sentimentos!
A não ser que venha um grande mecenas ou anjo de luz,
que socorra e impeça o vil,o invejoso
e venenoso ser que ronda a rir de nós poetas,
onde este vivi a nos tentar a fazer desistir do nosso sacro ofício.
Como em toda história fantasiosa, sempre temos nossos vilões.

A poesia da alma abre portas,
desvia de caminhos tortuosos,
elucida e sustenta a fios...
Enfim floreia e colore os mundos.





Dedicado a : Sibele Braga