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sexta-feira, 14 de abril de 2017

AMIZADE DE PÁSCOA REAL



Ontem um encontro com um amigo real;
polido e culto...
De trabalho e rotina desgastante,
mas realiza  o seu trabalho de Hércules de gravata;
E com maestria!

O sorriso sempre presente na lente da câmera ,
em conjunto da voz que prende.
As bochechas semi rosadas, o sol a intensifica,
mas junto a alegria do bem viver.

Coração se tem, e disposição de caminhar
na estrada velha da vida  numa
cidade vulgo primeira mundo.
Um tanto misterioso; jovial...
Postumamente rebelará seus pensamentos
filosóficos e sociais.

Livre de alguns afazeres conjugais,
preso ao compromisso apenas da vida...
Guarda um lado criança, games!
Ama filmes.
Guarda o valor de uma boa conversa num
bom ambiente regrado da boa cerveja e petiscos.
Regrado ao beber, se educando ao comer.



No outro dia  a vida volta ao normal,
visita uma amiga que come o computador,
lavo sua louça  constante devido aOS seus erês...
Outra que não sai do whats,
faço piadas!
O mundo real e irreal, amigo virtual...
Faz parte do século!
Faz parte encontrar antigos e valores,
como o velho e bom café novo...
Com o perfume que contagioU o ambiente.

terça-feira, 22 de setembro de 2015

MEIO A ESMO


Meio a esmo meio a esmo
Sou bem eu mesmo
Sempre eu a cerveja...
E o gostoso torresmo.

Falta talvez o complemento
um unguento na alma da gente,
umas ervas ou incensos...
A palavra de bom senso.
Cultural.
Cultual.
Atual.
Quem sabe você mesmo.



quinta-feira, 3 de setembro de 2015

SORRISO SEU



Nem tudo na vida é jardim,
mas se existe um canteiro de flores...
Ou uma única rosa,
lá você encontrara  borboletas,
abelhas, a vida  certa.
Ser feliz é observar o belo
é descobrir o belo...
O mundo é a mais pura poesia e 
filosofia que nos cerca,
até num fugaz sorriso seu.
Sorria sempre!

sexta-feira, 28 de agosto de 2015

PERFEIÇÃO

Como infinitas estrelas no céu...
Infinitos sentimentos em nós.
Como estrelas se apagam no céu...
Sentimentos se apagam dentro de nós.
E desta morte vem o amadurecimento.
Tolo aquele que não tem a consciência de
reunir todos os infinitos,
assim sofrem,
porque morremos e nascemos a cada
fração de segundos...
Até a divina perfeição.


segunda-feira, 24 de agosto de 2015

POVOAM E TRANSCENDEM - "SÓ SEI QUE NADA SEI"



Ah, esse vácuo que deixa cortar o ar, 
faz tolo e confunde a mente,
será que a bateria acabou? 
Ou o ânimo esgotou...
Nem  mais louco ou menos louco,
 flui a gostosura 
"Do ser ou não ser" 
Assim, 
"Só sei que nada sei"
Mesmo sabendo.
Esta é a questão!

Afinal sentimentos povoam e transcendem,
nem precisamos mesmo do sólido,
apenas fluir o espírito volúvel...
Volátil.
Livre como um Alazão nos prados,
sonhador feito um menino;
enfim nunca ter um começo e
deixar o destino de madeixas em pé.

sábado, 22 de agosto de 2015

TUDO AO SEU TEMPO



O tempo não aflige mais
Não existe tempo e
Sim a transposição do mesmo...
Em meio ao universo
O buraco negro
Ao nosso Deus, a tudo que resta...
O tempo é a cura
A solução
A felicidade...
Sem tempo nada faríamos
Nada seriamos
Pois sempre o
Mesmos seriamos.
Que venha o tempo bom
Qualquer tempo...
Pois ele nos faz forte
Tudo há seu tempo.
Tudo ao seu tempo.

quarta-feira, 19 de agosto de 2015

NU ESPELHO


Em frente ao espelho nu
Nu espelho liso que reflete
Despido meus sentimentos
 Deixo os novos rebentos...
O homem nu nada sofre
Nada paga, nada tem!...
Nada ilude ou espera.
Apenas a nudez de ser.
Toda nudez será bendita
Quando vinda d’alma.
Vindo do espelho claro e limpo...
Eu Narciso
Tu espelho...
Águas devoram a nós.




domingo, 16 de agosto de 2015

A ORELHA FIDÉLIS NO BAR FERRADURA



A Orelha Fidélis muda e cultural 
reside na parede do acervo, transcendental...
Lá se farta da pura poesia,
música, dança e filosofia.

Uns estão a pensar...
Como assim?
Orelha não fala mesmo!
Mas essa Senhora Orelha escuta e inspira.
Única e perfeita
no Ferradura Bar, 
da doce Nancy Santos.

Lá a Orelha se embriaga...
Só de ver os poetas
na boemia... 
Desce cerveja,
desce o bom vinho,
provemos uma iguaria...

O chapéu mágico 
ancorava em cabeças
poéticas e lhe vinham a inspiração.

Poesias dançavam e riam...
Às vezes choravam e gritavam
seus anseios e protestos.
Mas de repente!
A Orelha se arrepia...
Como uma língua 
lhe tocadasse!...
Foi o poeta Ribeiro apaixonado
que declamou iluminado:
"Cascos de um velho navio"

Parecia até um teatro nobre
Da Grécia antiga...
E dos mais nobres sentimentos,
Surgiam acordes, melodias e vozes...

Naquela parede ela ria e ria
na sua moradia que é 
no acervo cultural
“Agostinho Santos”
Onde a paulada poética
por encanto... 
Deixa as noites fenomenais.




Mário Amâncio Azevedo - 15 de agosto de 2015




sábado, 16 de maio de 2015

segunda-feira, 11 de maio de 2015

RAIOU



Quando o dia raiou me sentia outro Ser,
um  ser forte e confiante...
Decidida em mudar o meu mundo para melhor;
como ajudar o planeta em suas necessidades?
nas falhas e absurdos que o homem egoísta causou e o desgastou.
O dia raiou, a mente raiou,
não estamos sozinhos no universo,
não somos sequer uma ilha!...

Somos o que somos e pensamos ser,
nada somos se não mudarmos de dentro para fora...
O externo nos pertence?
Não! Pertence a todos nós.
Então que o sol ilumine nossos olhos e mentes...
Que o sofrimento não nos caia goela abaixo...
Que a água seja farta e rica,
nas nascentes, nas cascatas, no rio doce
e do céu...

Do céu vem à vida,
da vida a luz do dia...
Através de um olhar consciente
e de luz...
Quando minha vida raiou...
Quando a sua ira raiar?




sexta-feira, 25 de outubro de 2013

AO SOM DOS PÁSSAROS

Ao som dos pássaros,
os pés caminhando...
Ao sons dos pássaros
o verde cantando, 
a água ecoando...
As flores suspirando
as folhas voando,
borboletas brincam entre si.

Ao sons dos pássaros
o sol latejando,
 as nuvens dançando,
a cabeça rodando...
A pele transpirando,
os nervos latejando,
suspiros no ar.

Ao sons dos pássaros
o homem na lua...
Carne batida nua e crua,
a vida concebida,
a esperança na mente...
Renovação.

Ao sons dos pássaros
cantando, se emocionando,
amando no chão,
na relva, nas raízes
e troncos...
Doce ilusão.

Ao som dos pássaros
um homem vagando
no paraíso...
Os sons e você,
vida é arte.



terça-feira, 26 de março de 2013

AI QUE VONTADE





Ai que vontade de expressar coisas belas,
de estar com o belo e o eterno querer...
Ai que vontade de ver o amanhecer sem 
nada querer, apenas o amanhecer.
A mais, sem nada mais,
querer e querer...
  Meu eterno viver,
sem ninguém ou você...
Apenas viver e viver.


quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

A JANELA SORRIDENTE


Era noite fria e o vento zunia...
Através da fresta da velha janela,
o frio entrava sem pedir licença.
O menino chorava com sua dor contida,
e sua mãe mesmo queixosa na madrugada
levanta-se do leito aconchegante...quente.
Ao saber o por que do choro,
traz em suas mãos umas gotas de azeite morno,
no ouvido do pequeno introduz,
fazendo cessar a dor e o transtorno.
O silencio volta a reinar em meio ao frio
e a janela sorridente.

terça-feira, 20 de novembro de 2012

POETIZAR




Poetizar é sonhar
que  está  imaginando
que está se criando
um verdadeiro
extenso e colorido mar.
É dar cores para tocar um
pedaço ou todo coração.
Sentir um belo olhar a brilhar,
deixar um sorriso no rosto deslanchar
...Iluminar saúde e pureza.
É a nobreza de fazer sonhar os novos
poetas com nobres palavras,
nobres sentidos,
novos pensamentos


que nos fazem vibrar tudo aquilo
que sonhamos expressar...
O amor nobre,
o olhar puro de um ser criança,
o nobre despertar da esperança...
Das festanças dos anjos que vivem
as nós rodear.
E estes anjos são semelhantes
aos poetas no olhar,
mas os poetas somente no papel
podem se emocionar...
E os anjos por decreto de Deus
nos abençoar.


O REFÚGIO





Sons...
Latidos de cachorros.
Sons...
Cantos dos pássaros
Sons...
aves cacarejando
Imagens...
Cães brincando
Imagens...
Pássaros voando
Imagens
Aves ciscando.
Imagens de um homem
procurando refúgio...
E o vento a mostrar
em conjunto das folhas das árvores
o riacho profundo...
Os peixes a nadar estão a demonstrar
o refúgio perfeito...
É o mar!
O mar...

Que está a lhe esperar.



segunda-feira, 19 de novembro de 2012

SE NÃO FOSSE VOCÊ



Paranapiacaba

Ando no caminho de sabre a quatro pés...
Um suspenso.
Vejo você sorrindo no portão...
Lembro-me do fatal tropeço.
Que tédio o mundo...
Se não fosse você.



SEU OLÁ VIRTUAL





A chuva ainda cai nos primeiros raios de luz...
Sua mensagem entra desejando um bom dia.
Diz que está na correria é somente um olá...
As gotas caem às mensagens se vão
 e o inicio do dia começa assim...

Com atenção.






A JANELA



Era noite fria e o vento zunia...
Através da fresta da velha janela,
o frio entrava sem pedir licença.
O menino chorava com sua dor contida,
e sua mãe mesmo queixosa na madrugada
levanta-se do leito aconchegante...quente.
Ao saber o porquê do choro,
traz em suas mãos umas gotas de azeite morno,
no ouvido do pequeno introduz,
fazendo cessar a dor e o transtorno.
O silencio volta a reinar em meio ao frio
e a janela sorridente.



                                                 


sábado, 27 de outubro de 2012

A BORBOLETA




A borboleta de debatia em agonia no asfalto quente, 
um coração passante se comoveu com tal dor e sorte sina...
 Lindas asas amarelas e azuis embelezavam seus olhos.
 Seu corpo frágil sofria e contorcia,
 por uma fração de segundo 
o espectador pensou em pisotear a pobrezinha, 
assim eliminaria sua dor...
Magicamente duas borboletas 
Levantam voo daquele chão escaldante...
 E com a alma aliviada e sem culpa
Todos continuam seus destinos.


quinta-feira, 11 de outubro de 2012

MÃOS





Mãos que nos elevam no toque preciso,
através dos instrumentos musicais
 e dos bons espíritos.
Que nos aplaudem e nos acusam se fecham em preces e nos ajudam a caminhar na luz.
Mãos que dão prazer através da gastronomia,
que nos curam e nos iluminam...
 Que apertam o gatilho pro bem e pro mal...
Onde se bate o martelo com as próprias  mãos pra penalizar 
 um ser perdido que não usou pro bem o instrumento  que foi dado pelo divino.
Mão que batem e afagam que toca dando o prazer carnal e que acena um adeus, que indicam os lugares, que nos esperam nos lares, bares e nos lugares profanos.
Mãos no mundo imundo sem justiça, sem piedade, sem mãos lavadas... Mãos que tocam na necessidade humana e nos animais indefesos, que pregam o homem na cruz pelas suas diferenças e ideologias, mãos que são patas dita, mas amigas fiéis e nos ensinam até como ser melhor neste mundo de natureza linda e  perfeita, onde cabe ao homem deixar pra suas gerações 

 a marca da sua palma na terra, e que cada linha, cada traço seja um ato bem feito ensinando suas crias um mundo perfeito em intenções e ações.

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