quinta-feira, 13 de junho de 2013

LIBRAS




Quem dera o amor viesse em libras,
silencioso e prazeroso fazendo sons 
semelhantes a fenômenos naturais,
como um tufão através das mãos,
boca e pele.
Quem dera o amor acalentasse o coração 
e alma com seu olhar meigo, sereno...
Trazendo o sopro de vida preciso para caminhar entre
tantas faces tristes e solitárias, ofertando o exemplo vivo
que existe.
Ainda há tempo e vale a pena
amar e ser amado...
Mesmo sem palavras físicas, 
pois afinal  com o tempo se tornam
apenas palavras ao vento...
O que queremos são sentimentos verdadeiros demonstrados 
a flor da pele, da doação e negação, da entrega absoluta sendo:
 Cega, muda e surda deixando apenas as energias corporais agirem nos xacras, 
permitindo  a vida e através da vida  o sonho de partir para o paraíso imposto
pelo divino ,sem mágoas, maculas e arrependimentos...
Transportando em si sempre


o amor e caridade, sem preconceitos ou barreiras.
Como em libras,
 olhando nos olhos e gestos,
falando e ouvindo com o coração.

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